Tópico: ‘2010’

Yamnuska.com – da água para o vinho

maio 28th, 2011
novo site do Yamnuska Mountain Adventures

novo site do Yamnuska Mountain Adventures

Conheci muita gente legal enquanto trabalhava na ‘Mergulhar Serviços Editoriais’ – empresa que fazia os fotolitos de várias editoras de renome. Trabalhei lá durante quase 10 anos, antes de decidir abrir a minha própria empresa, largar o mundo das artes gráficas e virar “webdesigner”.

Uma das minhas companheiras de trabalho na Mergulhar, a Helena Artmann (@helenaartmann), era especialmente simpática, não só por causa de seu sorriso cativante, mas por ser uma experiente alpinista, cheia de histórias interessantíssimas e projetos de viagens que me encantavam. Lembro que, na época, ela trabalhava duro para juntar dinheiro suficiente para subir as mais altas montanhas do mundo.

Eu vivia enfurnado dentro do estúdio – sala lotada de computadores, impressoras, scanners – ralando ao lado dos outros operadores que sabiam muito de computação gráfica mas que não compartilhavam dos mesmos gostos que eu tinha, e tenho ainda hoje – Trilhas, escaladas, acampamentos, vida ao ar livre em geral. Helena fazia contatos comerciais, captava clientes e raramente aparecia no estúdio. Mas, quando aparecia, eu parava tudo o que estava fazendo para conseguir alguns minutos de prosa com ela.

Eis que, sei-lá-quantos anos depois, Helena surge novamente, virtualmente falando, no Facebook. Morando no Canadá, numa cidadezinha no sopé das Rocky Mountains e… trabalhando como produtora de websites! Parcerias à vista!

Ela me chamou para ajudá-la na reconstrução do website da Yamnuska Montain Adventures – o nome já diz tudo: uma empresa de turismo especializada em alpinismo, trekking e acampamento nas montanhas rochosas canadenses.

O antigo site yamnuska.com tinha um excelente conteúdo, afinal eles são uma das melhores empresas do ramo, porém o site em si era muito ruim, em vários aspectos. Projeto gráfico pobre, leitura difícil, arquitetura caótica e, principalmente, um esquema de trabalho tão confuso que, mesmo depois de uma dúzia de e-mails e conversas pelo Gtalk, eu não consegui entender por completo. Minha primeira sugestão, imediatamente aprovada pela Helena, foi: Joga tudo fora, exceto o conteúdo. Faremos um novo site, com novo layout, usaremos uma plataforma de programação que permita ao site crescer de forma ordenada e que facilite o trabalho de atualização.

Helena optou pela utilização do Expression Engine, uma excelente plataforma de publicação pouco conhecida aqui no Brasil, mas que ela já tinha usado em outros projetos bem sucedidos.

Resolvemos também trocar de provedor de hospedagem, que era caro e não oferecia nem metade das funcionalidades, suporte e outras regalias oferecidas por um bom provedor. Escolhemos o Media Temple, o melhor provedor que eu conheço. Faríamos a migração do site antigo para o novo provedor, construiríamos o novo site em um domínio provisório e, quando estivesse tudo pronto, seria só trocar o velho pelo novo.

Fizemos a divisão das tarefas – eu faço a migração e Helena faz a troca dos DNS nos registros dos domínios. Tudo muito simples, em tese. Mas…  no dia em que havíamos combinado, houve um atraso, de minha parte, na migração do banco de dados e, quando a Helena fez a troca dos DNS, o site ainda não estava pronto para funcionar no novo provedor. Preocupada em não deixar o site do cliente fora do ar, Helena desfez a troca dos DNS, acreditando que o site voltaria a funcionar em questão de minutos. Não voltou. Para nosso desespero, esse troca-e-destroca fez a propagação dos DNS demorar muito mais do que esperávamos. Para piorar a situação, o site voltou no mundo inteiro MENOS no Canadá. Helena e o cliente só conseguiram ver o site restabelecido 2 dias depois.

Este incidente abalou demais a confiança do cliente em nosso trabalho. Tivemos, Helena principalmente, que suar sangue para recuperar a confiança dos Yamnuskas e apresentar o novo projeto livre de problemas e no prazo combinado.

Logo após de ter terminado a fase de layout, tive que parar todas as minhas atividades profissionais para mudar de cidade, de Caçapava para Mogi das Cruzes. Seria impossível, para mim, continuar trabalhando no site Yamnuska e resolver as mil complicações de escolher uma casa nova, tratar da mudança da família, desmontar e remontar meu home-office. Para minha felicidade, Helena teve competência suficiente para tocar o projeto sozinha, auxiliada por um programador que ela mesma contratou, e fez um excelente trabalho.

No início desta semana, soube, via Facebook, que o novo site yamnuska.com está pronto, funcionando a pleno vapor e, o melhor de tudo, o cliente está satisfeito. Mesmo sem ter participado de todo o projeto, vejo esse site com muito orgulho, e registro aqui os meus parabéns à Helena pela sua dedicação, empenho e perseverança.

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Panorâmicas cariocas

janeiro 10th, 2011

O equipamento trabalhando e minha nova amiga galinha dangola me seguindo na estrada do sumaré

Fotografar a cidade maravilhosa é uma experiência de vários adjetivos. Encontrar ângulos pouco conhecidos até pelos moradores é gratificante, e contando com a minha razoável experiência de “trilheiro” carioca da gema, pretendo montar um Portfólio de panorâmicas da minha cidade natal. Superar as dificuldades impostas pelo ambiente a ser registrado – segurança, poluição, burocracia, etc, como veremos nessa série, faz parte do cotidiano de um fotógrafo. Vocês acreditam que os fiscais que fazem a ronda na Floresta da Tijuca tentaram me impedir de fazer essas fotos? Segundo eles, eu teria primeiro que obter autorização do Ibama (provavelmente em 5 vias carimbadas), crachá de uma agência fotográfica e credenciais de fotógrafo profissional. E ainda perguntaram se a galinha dangola que aparece na foto ao lado era minha. Depois de uns 10 minutos me enchendo a paciência, eles tiveram um lampejo de bom senso (ou perceberam que não iria rolar propina) e resolveram deixar que eu fizesse as fotos.

Saibam mais no meu site de panorâmicas

 

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Passeios virtuais – você ainda vai ter um.

dezembro 9th, 2010
O  Tour Virtual, ou visita, ou passeio virtual, é uma simulação digital de um local. O usuário vê a cena fotografada como se estivesse dentro dela, e usa o mouse para guiar a visão para qualquer canto. A roda do mouse serve para aproximar (e ver detalhes) ou afastar a visão (e ter noção geral do ambiente).
O tour virtual tradicional é composto pela interligação de 2 ou mais ambientes. Portas, janelas ou outros marcadores são usados como links para os outros ambientes. Desta forma, o usuário passa de um ambiente para outro e olha ao redor, experimentando uma “imersão” que é o mais próximo da realidade que uma tela de um computador consegue chegar.

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Web Designer x Filho do Vizinho. Quem faz o melhor site?

novembro 12th, 2010
Hello Kitty

Obrigado ao site http://xuxxu.blogspot.com. O que essa imagem está fazendo aqui? Continue lendo.

Essa questão é polêmica e não pretendo, aqui, chegar a uma resposta conclusiva à pergunta enunciada. Mas achei pertinente escrever alguns tópicos sobre o assunto que vão ilustrar bem o tormento que é saber escolher o prestador de serviços mais adequado para montar o seu site. Leia Mais »

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Panoramas das Torcidas

novembro 1st, 2010

Meu lema é: sempre tentar unir o útil ao agradável. Especialmente na vida profissional, procuro atividades que sejam ao mesmo tempo prazeirosas e rentáveis. Leia Mais »

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Dia Mundial do Diabetes 2010

outubro 7th, 2010

foto do Cristo por Celso Pupo

Comecei a trabalhar no Hotsite do Dia Mundial do Diabetes em 2006. A ideia era, e continua sendo, montar um website simples, acessível, com “severas restrições orçamentárias” e que funcionasse como um portfolio das atividades programadas para o dia 14 de novembro.

Nos primeiros anos, o conteúdo do site era todo estático e a equipe usava o Macromedia Contribute para atualizar as páginas. Todos os serviços  foram produzidos com ferramentas open-source e funcionaram muito bem. O engine de busca Sphider, por exemplo, ainda é melhor que qualquer outro sistema de busca que eu conheço.

Ano após ano fomos acrescentando tecnologia ao projeto:  uma animação em Flash na home page, scripts em PHP e em javascript permeando o código, integração com os vídeos do youtube, galerias do Flickr. Em novembro de 2008 o site recebeu 19.841 visitas, impulsionado pela bela campanha de iluminação azulada de prédios e monumentos espalhados pelo Brasil e mundo afora. Em novembro de 2009 o site recebeu 16.500 visitas. Fico devendo a explicação da queda de 16% numa época em que o crescimento da internet foi tão intenso no Brasil.

Em 2010 estamos usando a versão 2.0 de nosso CMS em Django, para a felicidade da equipe de conteúdo que já está tão habituada com as ferramentas que praticamente não foi necessário treinamento para que pudessem começar a trabalhar. Nesta versão, melhorias na classificação das postagens facilitam um bocado a organização do conteúdo.

Muitas das soluções que eu usei nos primórdios do projeto, eu uso até hoje, mesmo em sites Django.  O gerenciador Formtools continua sendo a alternativa para administrar formulários, mesmo os mais complicados; e o OpenX não deve nada aos melhores (e caríssimos) aplicativos de Adserver.  Desta forma estou poupando um tempo precioso da minha equipe de programação, que não perde tempo reinventando rodas.

Neste ano, contaremos com o twitter e demais redes sociais para promover a campanha do Dia Mundial do Diabetes e, por conseguinte, aumentar a visitação do site. Outros websites relacionados a diabetes e endocrinologia eventualmente farão matérias com links para o site do Dia Mundial do Diabetes, mas acredito que o apoio maior será o popular. Cada vez mais, as pessoas estão gostando de participar da vida online com seus depoimentos, comentários, vídeos e fotos capturadas por máquinas portáteis ou celulares, promovendo assuntos interessantes e compartilhando links através dos sites de relacionamento. O site do DMD está pronto para centralizar toda esta movimentação em torno do dia 14 de Novembro.

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Considerações sobre os Google Cloaking Hacks

outubro 6th, 2010

Diante da disseminação dos pharma hacks – denominação comum para o Google Cloaking Hack – e da mobilização para tentar exterminar a praga, aparecem questões interessantes que eu não tenho competência para responder: quem sai ganhando com a disseminação de um malware? A quem, exatamente, as pessoas que os disseminam querem atingir? Por que os mecanismos de busca não cortam o mal pela raiz, criando algoritmos que ignorem os spams? Quem está satisfeito de ver que milhares de páginas aparecendo deturpadas nos mecanismos de busca? Leia Mais »

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Quem quer vender viagra?

setembro 17th, 2010
'Viagra for sale'

'Viagra for sale'

Os números são alarmantes. Mais: estarrecedores. Veja por sí – acesse o Google e procure por

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e você terá , em menos de 1 segundo, mais de 82.500 sites brasileiros infectados pelos Pharma Hacks. Esse novo modelo de picaretagem é, devo dizer, o mais bem bolado que eu já vi. Leia Mais »

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Música nas Igrejas bombando de novo!

agosto 13th, 2010

Rosana Lanzelotte, a incansável cravista, reativou seu projeto “Música nas Igrejas” com o Festival Primavera Barroca, levando música clássica de qualidade a várias igrejas, escolas e centros comunitários espalhados pelo Rio de Janeiro. Leia Mais »

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Eu quero um site (parte 4) para… bem, não sei ainda…

julho 15th, 2010

Diz o ditado que um homem, para se afirmar como tal, deve escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho. Esse clichê está ultrapassado: no mundo moderno precisamos realizar várias outras tarefas para obtermos um mínimo de hombridade. Quem não tem um endereço de e-mail, hoje em dia, é encarado como um alienígena. Ter um site, um blog ou ao menos participar de um site de networking social também já é considerado como “essencial” para quem tem uma empresa e quer divulgar seu produto e serviço na internet. Leia Mais »

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  • Eduardo Frick

    Atualmente em versão 4.6, Eduardo é Webmaster, webdesigner, web-consultor, web-coordenador de projetos. Tem longa experiência em produção gráfica e é fluente em diversas mídias.

    É carioca da gema, mas mora em Mogi das Cruzes, São Paulo. De seu escritório/estúdio, projeta e cria websites, coordena equipes de desenvolvimento e de conteúdo, recruta e supervisiona o trabalho de analistas, programadores, fotógrafos, ilustradores, animadores, redatores e demais especialistas que garantem serviços de qualidade aos seus clientes espalhados por todo o Brasil.

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