Arquivos para ‘Redes Sociais’ Categoria

Mestre Sala – um novo restaurante no Rio de Janeiro

dezembro 11th, 2014

logoEra uma daquelas tardes despretensiosas em que todo o trabalho rotineiro já estava em dia e eu estava procurando alguma novidade. Eis que aparece uma mensagem de uma amiga antiga, Cíntia Castro, subeditora da Revista Comunità Italiana e parceira trabalho de longa data: “Como está seu tempo para produzir um site para um restaurante”?

O restaurante ainda estava em obras quando acertamos propostas, valores e planejamento de trabalho. O site foi produzido em WordPress com um tema premium desenvolvido especificamente para restaurantes, cafés, etc. A customização foi necessária para deixar o site com um look fora do convencional – estamos falando de um restaurante de gastronomia refinada e um bar com bebidas escolhidas à dedo – adicionando brasilidade ao design e ginga carioca ao conteúdo.

A home page do Site Metre Sala

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Um novo site para um velho cliente

novembro 1st, 2013

Imagem em 3 dimensões da estrutura da home page nova da SBEM.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – SBEM –  é uma das sociedades médicas pioneiras na divulgação da sua atuação e de seus eventos por meio da internet. Com o nome de “Portal Endocrinologia”, o website da sociedade foi inaugurado em meados de 2003. O primeiro registro no Wayback Machine é de 24 de agosto daquele ano.

Em agosto de 2007, fui chamado para assumir a responsabilidade técnica do website. De lá para cá, escrevi diversas vezes sobre os problemas enfrentados no início até os recentes projetos em andamento. Atualmente recebemos 280 mil visitantes por mês (dados de outubro/2013). Isso é mais do que o ano de 2007 inteiro (219 mil). Nada mau. Além disso, a SBEM conta com aproximadamente 8 mil fãs no Facebook e 4.500 seguidores do @endocrinologia.

Recentemente inauguramos um novo layout, cujo código html/css foi todo refeito em um novo grid (Bootstrap 3) concebido para funcionar primariamente em aparelhos móveis (mobile first, um conceito interessante descrito aqui pelo Diego Eis). Agregamos, também, as melhorias no funcionamento do CMS que concentra o trabalho dos editores de conteúdo e das secretarias da SBEM.

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Eu não quero um site, mas estou sendo obrigado a ter um. Você faz para mim?

abril 20th, 2012

Vamos explicar melhor: a pergunta “eu quero um site, você faz para mim?” é tão comum na minha rotina que eu resolvi escrever a respeito. E o assunto rendeu tanto que já escrevi 6 artigos com variações sobre o mesmo tema.

Mas, depois de alguns anos estudando e analisando o comportamento desta suposta pessoa leiga e por vezes ingênua que eu inventei em meus artigos para representar o pensamento médio das pessoas de verdade que vêm me consultar a respeito de websites, Cheguei a uma conclusão terrível, paradoxal, mas que explica muita coisa antes inexplicável dentro da relação webmaster – cliente: Este, no fundo do seu subconsciente, na verdade NÃO QUER ter um site. Ele na verdade PRECISA ter um website porque toda a sociedade o pressiona, o sistema capitalista exige, o concorrente da esquina já tem um e outro dia inaugurou uma página no Facebook também.

Os mais letrados na Web-cultura irão fazer a comparação com a velha máxima do guru Jakob Nielsen: “Como os Usuários Lêem na Web? … Não lêem .” . Poderíamos dizer, neste mesmo modelo: “Como os clientes querem um site na web? … Não querendo.”

É fato: o Cliente não quer um site. Ele, no máximo, precisa de um. E se decidir por fazer um, vai encarar os custos como mais uma conta a pagar no fim do mês e não como investimento. E ele ainda terá que se virar para atualizar o conteúdo para que o site não inverta sua função e passe a contestar a imagem da sua marca ou da sua empresa. O que mais se vê por aí são empresas bem estabelecidas com sites antiquados, desatualizados ou com “páginas em manutenção” que mais difamam do que divulgam.

O Cliente que não quer um site frequentemente já teve péssimas experiências com amadores e/ou picaretas que os convenceram de que ‘fazer um site é fácil, a gente monta um rapidinho’ . São vários os relatos de gente que pagou adiantado para fazer um site que não saiu do protótipo; gente que usou todo o capital reservado na produção do site e não há dinheiro para contratar alguém para atualizar a home page de tempos em tempos; e outras histórias tristes em que a moral é sempre a mesma: conheça o profissional que você está contratando. Procure uma segunda opinião. Compare não só preços. Cuidado, muito cuidado com as soluções baratas e fáceis ao mesmo tempo.

O Cliente que não quer um site tende a ignorar o parágrafo 43 do contrato de serviços – “o cliente é o responsável pela coleta e organização das informações, bem como pela posterior rotina de atualização do conteúdo”. – Ilustrações, fotos, videos e qualquer coisa que não seja texto não serão cogitados: o cliente que não quer um site tem um bloqueio psicológico que o faz esquecer que um site precisa de fotos, vídeos, ilustrações e infográficos e etc e que tudo isso precisa ser planejado e orçado. Muitos citam o filho do vizinho que prometeu fazer o site com videos, slideshows, flash e tudo mais por 400 reais. Alguns perguntam se a gente não faria tudo de graça para depois receber quando entrar um patrocinador. A maioria fala “Tá, coloca umas imagens free aí. depois eu penso nisso”.

O cliente que não quer um site, como ele já deixou claro, não quer um site, e obviamente também não quer nem saber de redes sociais. Se o site já dá esse trabalho todo, imagina ter que gastar ainda mais horas ‘compartilhando’ no twitter e no facebook. Não é (só) aquela velha questão da real importância das redes sociais, que os gráficos das revistas sempre mostram em crescimento exponencial, uma onda avassaladora mas que nunca chega naqueles seus amigos que só usam o computador para baixar emails. É a estranha sensação de que o trabalho nas redes sociais não é “sério”, não é “business”. É mais uma brincadeira que se retroalimenta de seguidores e que, como tudo na internet, é uma faca de dois gumes bem afiados.

Os clientes que não querem um site raramente se interessam em medir o retorno do investimento. Como expliquei acima, eles contabilizaram o custo do site na coluna de despesas. Métricas serão sempre um assunto desinteressante, bom para gastar tempo nas reuniões com gráficos bonitos, mas ali, mais uma vez, está a retórica da internet falando a respeito dela mesma. Não interessa muito, ao cliente que não quer um site, saber que o site teve um incremento de visitantes na área XYZ porque nenhum desses gráficos mostra, na verdade, quantos desses visitantes vieram de fato a consumir/contratar o seu produto/serviço e, no final das contas, gerar grana no bolso dele.

Mesmo assim, eles precisam de um site, e eu farei este site para eles, e farei também o possível para mostrar que produzir e atualizar um site pode ser um excelente exercício diário para o cliente pensar e repensar o seu negócio e que poderá agregar bastante valor ao seu produto/serviço. Ter um site exige, de certa forma, um planejamento estratégico de marketing. Exige acompanhamento regular dos resultados da visitação para a tomada de decisões. Além de servir de ferramenta de divulgação do seu produto/serviço, o site também trará muita consciência ao empreendedor que investiu em sua produção.

 

 

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Web Designer x Filho do Vizinho. Quem faz o melhor site?

novembro 12th, 2010
Hello Kitty

Obrigado ao site http://xuxxu.blogspot.com. O que essa imagem está fazendo aqui? Continue lendo.

Essa questão é polêmica e não pretendo, aqui, chegar a uma resposta conclusiva à pergunta enunciada. Mas achei pertinente escrever alguns tópicos sobre o assunto que vão ilustrar bem o tormento que é saber escolher o prestador de serviços mais adequado para montar o seu site. Leia Mais »

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Dia Mundial do Diabetes 2010

outubro 7th, 2010

foto do Cristo por Celso Pupo

Comecei a trabalhar no Hotsite do Dia Mundial do Diabetes em 2006. A ideia era, e continua sendo, montar um website simples, acessível, com “severas restrições orçamentárias” e que funcionasse como um portfolio das atividades programadas para o dia 14 de novembro.

Nos primeiros anos, o conteúdo do site era todo estático e a equipe usava o Macromedia Contribute para atualizar as páginas. Todos os serviços  foram produzidos com ferramentas open-source e funcionaram muito bem. O engine de busca Sphider, por exemplo, ainda é melhor que qualquer outro sistema de busca que eu conheço.

Ano após ano fomos acrescentando tecnologia ao projeto:  uma animação em Flash na home page, scripts em PHP e em javascript permeando o código, integração com os vídeos do youtube, galerias do Flickr. Em novembro de 2008 o site recebeu 19.841 visitas, impulsionado pela bela campanha de iluminação azulada de prédios e monumentos espalhados pelo Brasil e mundo afora. Em novembro de 2009 o site recebeu 16.500 visitas. Fico devendo a explicação da queda de 16% numa época em que o crescimento da internet foi tão intenso no Brasil.

Em 2010 estamos usando a versão 2.0 de nosso CMS em Django, para a felicidade da equipe de conteúdo que já está tão habituada com as ferramentas que praticamente não foi necessário treinamento para que pudessem começar a trabalhar. Nesta versão, melhorias na classificação das postagens facilitam um bocado a organização do conteúdo.

Muitas das soluções que eu usei nos primórdios do projeto, eu uso até hoje, mesmo em sites Django.  O gerenciador Formtools continua sendo a alternativa para administrar formulários, mesmo os mais complicados; e o OpenX não deve nada aos melhores (e caríssimos) aplicativos de Adserver.  Desta forma estou poupando um tempo precioso da minha equipe de programação, que não perde tempo reinventando rodas.

Neste ano, contaremos com o twitter e demais redes sociais para promover a campanha do Dia Mundial do Diabetes e, por conseguinte, aumentar a visitação do site. Outros websites relacionados a diabetes e endocrinologia eventualmente farão matérias com links para o site do Dia Mundial do Diabetes, mas acredito que o apoio maior será o popular. Cada vez mais, as pessoas estão gostando de participar da vida online com seus depoimentos, comentários, vídeos e fotos capturadas por máquinas portáteis ou celulares, promovendo assuntos interessantes e compartilhando links através dos sites de relacionamento. O site do DMD está pronto para centralizar toda esta movimentação em torno do dia 14 de Novembro.

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Música nas Igrejas bombando de novo!

agosto 13th, 2010

Rosana Lanzelotte, a incansável cravista, reativou seu projeto “Música nas Igrejas” com o Festival Primavera Barroca, levando música clássica de qualidade a várias igrejas, escolas e centros comunitários espalhados pelo Rio de Janeiro. Leia Mais »

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Eu, ao vivo

maio 19th, 2010

Aqui você assiste a tudo o que o meu Iphone vê. Graças a um aplicativo gratuito, o Qik Live, podemos transmitir video e audio, via internet banda larga ou 3G. Leia Mais »

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Fotos Panorâmicas, ou melhor, Gigapans!

janeiro 18th, 2010

Logo que o Obama (o Barack, não o Bin Laden)  foi eleito, uma nova tecnologia que permite a montagem de inúmeras fotografias em uma só imagem panorâmica, aliada a uma nova rede social – www.gigapan.org – começou a fazer muito sucesso. A foto panorâmica do discurso da posse do presidente já foi vista por 11 milhões de internautas. Leia Mais »

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Eu quero um site (parte 3)

outubro 22nd, 2009

Em Thu, 22 Oct 2009 11:58:28 -0200, Fulana escreveu:

Obrigada Eduardo pela sua rápida resposta. Só mais uma última pergunta que esqueci: as atualizações. Eu gostaria de fazê-las eu mesma mas caso a opção fosse para que você as faça esporadicamente, quanto seria o custo? Você cobraria algum fee mensal? Leia Mais »

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CDBH Online! positivo! operante!

agosto 10th, 2009
CDBH

CDBH

Trabalho instigante, desafiador, perfeccionista, atabalhoado – a equipe foi-se formando à medida em que o projeto demandava talentos – fruto de várias cabeças pensantes em um único objetivo. Este é o projeto do website www.cdbh.com.br.  Fizemos a 6 mãos – O médico endocrinologista Rodrigo Lamounier, atarefado com os tijolos da reforma da casa e com detalhes do layout da home page, e a jornalista Leticia Orlandi, chamada aos 40 do segundo tempo para colocar ordem no meio de campo. Entrou, colocou ordem e ainda ajudou no layout e na arquitetura.

O WordPress foi definido como a melhor plataforma para este website. Essa escolha é estratégica: depende das circunstâncias do mercado – se há ou não disponibilidade de mão de obra (programadores) ; depende das recentes conversas e opiniões de colegas, do que falam as revistas da semana, até da preferência dos hackers desocupados. Até há pouco tempo atrás eles gastavam seu tédio quebrando a segurança do wordpress.

Para mim, o wordpress é tudo de bom. A biblioteca de ferramentas disponíveis é absurda de grande, os upgrades automáticos são uma mão na roda. Estou ficando cada dia mais ágil na customização de páginas, menus e  CSS. O WordPress dá uma pré-mastigada e nos facilita bastante a programação em PHP. Com um trivial de javascript, qualquer um, inclusive eu, faz um site tunado como o do CDBH.

Pra deixar o site na moda, como dizem meus clientes, nada como um slaidechou. Usando o termo técnico adequado, o Featured Content Gallery é simplesmente um MUST hoje em dia. Uma homepage sem um crossfade de imagens é como uma pessoa de camiseta numa festa formal.

A nuvem de tags em 3D entrou no projeto inicial, depois saiu, depois entrou de novo. Há controvérsias quanto a sua utilidade. Bonita e atraente ela ficou. Utilidade ela terá, se a equipe editorial escolher tags interessantes para rodar ali. Veremos sua eficiência nos relatórios de métricas.

Os mapas também merecem atenção. Minha solução padrão, que satisfez a todos os meus antigos clientes, simplesmente não agradou o Rodrigo.  Ele queria meios de criar rotas de acesso. A pesquisa por uma ferramenta nova de mapeamento não durou 5 minutos. Trombei logo com o Umapper, que dispensa comentários. É simples e poderoso.

A idéia é fazer um site institucional com funções bem específicas para agilizar o agendamento de consultas e promover as atividades do CDBH ao seu público.  Tentamos aplicar o máximo de objetividade, o mínimo de firulas, aproveitar todas as formas de interação com o público que a internet nos oferece, e isso inclui todos os bricabraques que os blogs nos oferecem: trackbacks, comentarios,  tags, categorias, etc. e mais o apoio das grandes redes sociais, principalmente google/youtube e twitter, para complementar uma estratégia completa.

O site nem estreou e já tem mais de 100 visitas diárias. Pensando nesse público inicial, desde o primeiro dia que o domínio foi criado já existe uma home page com um mínimo de informação. Todo o trabalho de layout da home page e das páginas internas foi feito online e em realtime, as páginas e artigos foram criados a olhos vistos. Uma certa ousadia bem calculada que resultou numa enorme economia de tempo. Quando a stamina acabava antes do término de alguma etapa, a página era colocada “em rascunho” e não aparecia para o público. Dessa forma nunca decepcionamos ninguém com páginas que existem no menu mas estão “em construção”.

Bem vindo ao cyber espaço, CDBH.

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  • Eduardo Frick

    Atualmente em versão 4.6, Eduardo é Webmaster, webdesigner, web-consultor, web-coordenador de projetos. Tem longa experiência em produção gráfica e é fluente em diversas mídias.

    É carioca da gema, mas mora em Mogi das Cruzes, São Paulo. De seu escritório/estúdio, projeta e cria websites, coordena equipes de desenvolvimento e de conteúdo, recruta e supervisiona o trabalho de analistas, programadores, fotógrafos, ilustradores, animadores, redatores e demais especialistas que garantem serviços de qualidade aos seus clientes espalhados por todo o Brasil.

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