Arquivos para ‘Open Source’ Categoria

Um novo site para um velho cliente

novembro 1st, 2013

Imagem em 3 dimensões da estrutura da home page nova da SBEM.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – SBEM –  é uma das sociedades médicas pioneiras na divulgação da sua atuação e de seus eventos por meio da internet. Com o nome de “Portal Endocrinologia”, o website da sociedade foi inaugurado em meados de 2003. O primeiro registro no Wayback Machine é de 24 de agosto daquele ano.

Em agosto de 2007, fui chamado para assumir a responsabilidade técnica do website. De lá para cá, escrevi diversas vezes sobre os problemas enfrentados no início até os recentes projetos em andamento. Atualmente recebemos 280 mil visitantes por mês (dados de outubro/2013). Isso é mais do que o ano de 2007 inteiro (219 mil). Nada mau. Além disso, a SBEM conta com aproximadamente 8 mil fãs no Facebook e 4.500 seguidores do @endocrinologia.

Recentemente inauguramos um novo layout, cujo código html/css foi todo refeito em um novo grid (Bootstrap 3) concebido para funcionar primariamente em aparelhos móveis (mobile first, um conceito interessante descrito aqui pelo Diego Eis). Agregamos, também, as melhorias no funcionamento do CMS que concentra o trabalho dos editores de conteúdo e das secretarias da SBEM.

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Dia Mundial do Diabetes 2010

outubro 7th, 2010

foto do Cristo por Celso Pupo

Comecei a trabalhar no Hotsite do Dia Mundial do Diabetes em 2006. A ideia era, e continua sendo, montar um website simples, acessível, com “severas restrições orçamentárias” e que funcionasse como um portfolio das atividades programadas para o dia 14 de novembro.

Nos primeiros anos, o conteúdo do site era todo estático e a equipe usava o Macromedia Contribute para atualizar as páginas. Todos os serviços  foram produzidos com ferramentas open-source e funcionaram muito bem. O engine de busca Sphider, por exemplo, ainda é melhor que qualquer outro sistema de busca que eu conheço.

Ano após ano fomos acrescentando tecnologia ao projeto:  uma animação em Flash na home page, scripts em PHP e em javascript permeando o código, integração com os vídeos do youtube, galerias do Flickr. Em novembro de 2008 o site recebeu 19.841 visitas, impulsionado pela bela campanha de iluminação azulada de prédios e monumentos espalhados pelo Brasil e mundo afora. Em novembro de 2009 o site recebeu 16.500 visitas. Fico devendo a explicação da queda de 16% numa época em que o crescimento da internet foi tão intenso no Brasil.

Em 2010 estamos usando a versão 2.0 de nosso CMS em Django, para a felicidade da equipe de conteúdo que já está tão habituada com as ferramentas que praticamente não foi necessário treinamento para que pudessem começar a trabalhar. Nesta versão, melhorias na classificação das postagens facilitam um bocado a organização do conteúdo.

Muitas das soluções que eu usei nos primórdios do projeto, eu uso até hoje, mesmo em sites Django.  O gerenciador Formtools continua sendo a alternativa para administrar formulários, mesmo os mais complicados; e o OpenX não deve nada aos melhores (e caríssimos) aplicativos de Adserver.  Desta forma estou poupando um tempo precioso da minha equipe de programação, que não perde tempo reinventando rodas.

Neste ano, contaremos com o twitter e demais redes sociais para promover a campanha do Dia Mundial do Diabetes e, por conseguinte, aumentar a visitação do site. Outros websites relacionados a diabetes e endocrinologia eventualmente farão matérias com links para o site do Dia Mundial do Diabetes, mas acredito que o apoio maior será o popular. Cada vez mais, as pessoas estão gostando de participar da vida online com seus depoimentos, comentários, vídeos e fotos capturadas por máquinas portáteis ou celulares, promovendo assuntos interessantes e compartilhando links através dos sites de relacionamento. O site do DMD está pronto para centralizar toda esta movimentação em torno do dia 14 de Novembro.

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A raposa está voltando

dezembro 21st, 2009

Pesquisa recente no site da W3Schools mostrou uma estatística interessante e promissora. Deu vontade de comemorar com uma pizza. Os números mostram que 47% dos  internautas que visitam o w3schools  usam Mozilla Firefox. A soma das percentagens dos usuários de IE8, IE7 e IE6 não chega a 37%.

Pena que esses números aparecem apenas nos relatórios de websites destinados a profissionais de web. Em sites comuns, a prevalência do IE é incontestável, passa fácil dos 80%. O IE 6, que desde 1991 inferniza a minha vida e é o que eu considero o pior navegador do mundo, em várias ocasiões aparece nos relatórios do Analytics como o segundo mais utilizado, atrás apenas do IE8. Mesmo no relatório do W3Schools o IE6 ainda é usado por 10% dos usuários. Essa inércia em atualizar o software, acredito eu, é culpa da pirataria desenfreada que inundou os computadores de cópias ilegais do Windows XP e dos altíssimos custos dos softwares originais.

Esta supremacia do Internet Explorer foi conquistada com política e marketing, e não por mérito. A falta de competência e/ou de interesse dos programadores da Microsoft em seguir os webstandards é notória. A versão 6 do navegador, incluída no Windows XP, é tão divergente dos padrões do W3C, que obriga o bom webdesigner a estudar os “CSS Hacks” para poder criar uma série de estilos aplicáveis unicamente ao IE6 e assim fugir das idiossincrasias do software sem comprometer a performance das páginas em outros navegadores.

A cada nova versão do IE recebemos notícias de que ele está mais próximo dos webstandards. De fato, muita coisa melhorou no IE7 e depois no IE8. Mesmo assim, não é difícil arrancar um bug ou desenhar um layout que funciona em todos os navegadores (Chrome, Safari, Opera, Firefox, Iphone…) mas encrenca no navegador de Bill Gates.

Mas a tendência refletida nos números do site W3Schools é de que o Mozilla retorne ao pódio, de onde nunca deveria ter saído, mas que infelizmente aconteceu quando a Microsoft resolveu nos empurrar o Internet Explorer goela abaixo. Os outros navegadores estão também ganhando mais adeptos, dia a dia.

Eu, aqui, só abro o IErgh para testar os meus sites.  Uso o IE tester para avaliar o funcionamento em diversas versões ao mesmo tempo, e as ferramentas para webmasters fornecida no IE8, que frequentemente explode na nossa cara e fecha o programa. É a Microsoft mantendo o seu padrão de qualidade habitual.

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Plugins que deixam seu site na moda

julho 26th, 2009

Nos últimos meses, aumentou bastante minha preferência pelo WordPress. Creio eu que os problemas com invasões foram resolvidos.  Dentre as dezenas de soluções de CMS existentes no mercado, o WP está se destacando por causa de sua enorme biblioteca de temas e assessórios. A última versão, a 2.8, colocou a instalação desses temas e acessórios ao alcance de um clique. Agora, mesmo aquelas pessoas que têm arrepios quando ouvem falar em FTP podem alterar o layout e adicionar ferramentas interessantes em seus sites. Leia Mais »

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Integrando Google Calendar e WordPress

março 17th, 2009
próximos eventos do MIG

próximos eventos do MIG

Fiz ontem a transferência do MX do site musicanasigrejas.com.br para o Gmail.  Com isso, o MIG agora passa a poder usar as mil ferramentas do Google Apps, entre elas Google Docs, Google Maps e  Google Calendar. Leia Mais »

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Lonewolf CMS Open Source Project

fevereiro 18th, 2009

Há tempos o Andrews vem insistindo comigo que devemos adotar um sistema de gerenciamento de versões, um treco que meus neurônios até agora se recusaram a querer aprender, mas não tem jeito. A tecnologia corre e nós nos arrastamos atrás dela.

Resolvemos usar o Mercurial e um host gratuito do Bitbucket. O bitbucket libera um espação gratuitamente para projetos open source.

E porque não transformar o nosso CMS em open source?

Assim foi feito. O CMS desenvolvido pelo Andrews e aplicado em diversos clientes agora se chama “Lonewolf” e está catalogado como um projeto de código aberto. No entusiasmo da idéia criamos a logomarca do projeto.

lonewolf

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  • Eduardo Frick

    Atualmente em versão 4.6, Eduardo é Webmaster, webdesigner, web-consultor, web-coordenador de projetos. Tem longa experiência em produção gráfica e é fluente em diversas mídias.

    É carioca da gema, mas mora em Mogi das Cruzes, São Paulo. De seu escritório/estúdio, projeta e cria websites, coordena equipes de desenvolvimento e de conteúdo, recruta e supervisiona o trabalho de analistas, programadores, fotógrafos, ilustradores, animadores, redatores e demais especialistas que garantem serviços de qualidade aos seus clientes espalhados por todo o Brasil.

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