Tópico: ‘serviços’

O Passaredo pousou

outubro 4th, 2011

Um dos chalés da pousada

Já falei, em outros artigos, sobre como é divertido trabalhar com produção de sites, principalmente  se diversificamos os projetos e não nos prendemos a um determinado nicho. Isso é relativamente complicado, pois como a minha “publicidade” é feita boca a boca, é natural que um site bem feito, por exemplo, da área médica, traga outros clientes da mesma área.

Já tive ótimas experiências produzindo sites para associações médicas, designers de jóias, músicos, representantes de equipamentos para cinema, fotógrafos, jornalistas, etc etc etc, mas poucas vezes o trabalho foi tão gratificante como este que estamos terminando de aprontar – o novo site da Pousada Passaredo, o meu primeiro website no ramo de hotelaria.

Adoro viajar e frequentemente escolho o hotel ou pousada onde vou me hospedar pela internet. Mas a escolha não é simples. Os sites enganam muito. Não necessariamente por má fé do dono do hotel ou do programador do site, nem necessariamente para pior. Há casos, como o da Pousada Passaredo, em que a imagem que o site transmitia da pousada era muito aquém da realidade do lugar.

Sites de turismo em geral e de hotéis e pousadas, em particular, tendem a exagerar um pouco nas suas virtudes e benfeitorias. Não é incomum o uso de termos como “complexo de diversão infantil” para descrever um parquinho com balanço, escorrega e gangorra. E, obviamente, não informam ao leitor/cliente a lista de defeitos e problemas do lugar. Esta lista o leitor terá que descobrir por si, por meio de inúmeros telefonemas e conversas com os donos ou gerentes dos estabelecimentos, ou da pior maneira – na prática, se hospedando e percebendo que as toalhas são transparentes de tão usadas, que o cobertor não vê a luz do dia há meses, que o colchão vai te deixar inválido na manhã seguinte, que a água da sua casa é mais quente do que a do hotel, que a chaminé da sauna tem um furo para dentro da sauna, e por aí vai. Vejam bem, não estou inventando nada disso,  já presenciei cada uma dessas situações em hotéis e pousadas dos mais variados níveis e preços, a trabalho e lazer.

O site antigo da Pousada Passaredo pecava pelo outro extremo: não conseguia mostrar, de forma plena, todas as qualidades do lugar. Gonçalves é, talvez, a cidade com maior potencial turístico da região sul de Minas Gerais. Boas estradas ligam as badaladas cidades de Monte Verde e Campos do Jordão e Gonçalves está bem no meio do caminho. Aposto que será a próxima cidade serrana da moda. Os turistas, em sua maioria paulistas, são exigentes, podem pagar e exigem alto padrão qualidade. Os donos do Passaredo optaram por seguir este padrão nos serviços, mas ainda não estavam satisfeitos com o site. Numa rápida conversa com eles, soube das observações de outros hóspedes que confirmaram a minha opinião de que o site não estava ao nível da pousada. Todo feito em flash, o site não permitia que os próprios donos atualizassem seu conteúdo e, para variar, a pessoa que fez o site sumiu, atravessou um portal e foi para outra dimensão.

Nesta mesma conversa fizemos a divisão de tarefas, estabelecemos preços e prazos e mãos à obra: em poucos dias já estávamos com layout acertado, novos textos prontos, uma boa coleção de fotos escolhida. Adotamos o Wordperfect como plataforma, um tema específico para hotelaria produzido pela excelente WPZOOM, instalamos uma meia dúzia de plugins para integrar o google maps, forms de contato, e o flickr, e estamos estudando a utilização de um aplicativo para fazer reservas online.

Em breve voltarei lá para fazer as fotos 360 graus para a produção de um passeio virtual. Estamos esperando a melhor época, com as hortênsias em flor. Acredito que este bom trabalho irá chamar outros do mesmo tipo. Tomara. Fazer o website de uma pousada charmosa é tudo de bom.

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CiaRio – A Missão

abril 17th, 2011

(usuários de Iphones e Ipads, favor acessar este link para entrar no passeio virtual, enquanto eu não acho um jeito de fazer isso automaticamente no wordpress 🙁 )

Por intermédio de meu grande amigo e parceiro em vários projetos, o Fábio Darci, fui conhecer e negociar a produção de um passeio virtual do CiaRio – Centro de Infraestrutura Audiovisual do Rio de Janeiro, um enorme galpão em São Cristóvão onde várias empresas colaboram – no sentido exato do termo – para oferecer uma gama de soluções para o ramo audiovisual. Nada melhor para o meu portfólio que começar com um projeto audacioso como este.

Com a ajuda do Fabrício Baeta, manager do CiaRio, conheci os 3 andares do galpão, dezenas de salas, várias das centenas de pessoas que lá trabalham e milhares de equipamentos de luz, som, vento, fumaça, trilhos e mais um monte de coisas. Decidimos por fazer em torno de 20 panorâmicas  para cobrir toda a parte de atendimento ao cliente, depósitos, laboratórios, auditório etc. e com o detalhe importante de fazer o possível para retratar a rotina de trabalho .

O trabalho de captura dos panoramas durou 3 dias. Contamos com a boa vontade dos “voluntários” que eram convocados na hora em que eu armava o tripé, e que participaram das fotos subindo em escadas, verificando equipamentos ou falando ao telefone. Em muitas situações as pessoas tinham que ficar imóveis durante vários minutos até que o robô que controla a câmera fizesse as fotos. Em algumas cenas com grande movimento de gente, fui eu quem ficou horas de pé, controlando manualmente o Epic Pro, esperando a hora correta de fotografar sem mutilar os passantes – se, durante a captura, uma pessoa andando aparece cortada em uma das fotos, ela vai aparecer mutilada no meio do panorama, exigindo reparos nem sempre possíveis no Photoshop. Vide o exemplo abaixo, um teste feito com a câmera na mão, sem tripé, na primeira visita que eu fiz ao galpão.

Algumas cenas tiveram que ser refeitas, mas de forma geral a captura das fotos foi muito bem sucedida. Em panoramas de interiores, é fundamental saber regular o equipamento para encontrar o “ponto nodal” onde não existirão erros de paralaxe. Optei por não usar uma lente fish-eye e sim uma 18mm em uma câmera Canon XSi para poder abusar do zoom nos detalhes. As imagens finais, com esta configuração de lente e câmera, têm em torno de 400 Megapixels.

A versão completa do passeio virtual será publicado no site da CiaRio, em breve.

 

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Quem tem medo de internet?

março 11th, 2009

Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau
Quem tem medo do lobo mau, trá-lalála-lá-lá!

Essa música dos três porquinhos zombando do lobo, no disquinho colorido da minha infância, não me sai da memória. Sempre que eu vejo alguém com medo de alguma coisa boba como o mané lobo mau que termina com o rabo queimado, o tralalá me volta à cabeça.

Eu conheço gente que tem medo de internet. Pior. Tenho CLIENTES que têm medo de internet. Isso não seria nada demais se eu não fosse um webmaster. Minha falecida e querida tia Thê tinha medo da internet, mas ela nunca jamais pensou em ter um site para se promover.

Vamos ao “case”. Um cliente (sem nomes para evitar constrangimentos) que há vários anos mantém um site comigo, esporadicamente, quando a secretária insiste muito, me envia algum material para atualizar o site.

primeiro ponto estranho: a secretária precisa empurrar o patrão para atualizar o site?

Na maioria das vezes o serviço consta em atualizar o texto de uma página e replicar galerias feitas com um javascript plugin do dreamweaver, aplicando novas fotos. Esse site foi feito há vários anos, numa época em que as redes sociais ainda engatinhavam. Flickr ainda nem existia. Esse trabalho de atualizar fotos na galeria em javascript é enfadonho e complicado, impossível de ser delegado a um não-nerd.

Gastei a ponta dos dedos de tanto escrever para esse cliente, explicando que, por um custo próximo ao orçamento para atualizar as fotos, eu faria um site inteiro novo para ele, usando plataforma (wordpress) muito mais moderna e vantajosa, e que a partir daí ele mesmo poderia alimentar o site a cada novo trabalho, e assim o Google indexaria melhor o site e ele teria um retorno maior, enfim, o site deixaria de ser a tela de fundo dos monitores da empresa dele para ganhar o mundo e agir como um site comercial deve: captando clientes.

Proposta irrecusável, não acham?

segundo ponto estranho: a proposta foi recusada: o cliente não encara o site como um investimento que deva dar retorno. Muita gente boa considera investimentos em publicidade como “despesa”. Não concordo mas, fazer o que, aceito.

Recentemente chegou outra solicitação de inserção de fotos em galerias do site. Faz parte do meu trabalho, às vezes, contestar as solicitações dos clientes e sugerir alternativas que a minha experiência e/ou meu conhecimento técnico dizem ser melhores opções. Nesse caso específico, recomendei abrir uma conta no Flickr e lá postar as fotos, dividindo-as em coleções assim como é feito dentro da galeria interna do site dele. Desta forma as fotos teriam uma visibilidade muito maior e a marca dela iria se popularizar proporcionalmente.

terceiro ponto estranho: novamente a proposta foi vetada: “não precisamos de mais visibilidade. Faça seu orçamento para publicar as fotos dentro do nosso site, como sempre fizemos”

Meu orçamento foi X para publicar as fotos no site ou X/2 para publicar as fotos no Flickr.

Não obtive mais resposta. Acho que o cliente desistiu de publicar qualquer foto. Com essa mentalidade, estranho até o fato dele insistir em manter um site e gastar dinheiro com hospedagem.

Esse é um caso extremo. De uma pessoa que, provavelmente, se achou obrigada a ter um site porque “todos os outros têm”, mas por razões diversas e inexplicáveis, prefere não usufruir das vantagens de ter um site.

Mas existem casos mais leves onde o cliente resolve investir em um site, animado com a promoção que a sua empresa terá, mas  nem sabe que existem os métodos de medição da eficiência do site – as famosas métricas, que não só nos dizem se a visitação vai bem ou mal, mas também indicam quais as preferências dos leitores, suas características geográficas, técnicas e toda uma gama de informações que podem guiar futuras alterações no site para torná-lo mais eficiente.

quarto e último ponto estranho: São raríssimos os donos de sites que se preocupam com retorno de seus investimentos, o que os entendidos chamam de ROI.

Existem, na verdade, outros que pensam de forma absolutamente (ou perversamente)  inversa. Mas isso é assunto pra outro artigo. Já falei demais por hoje.

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Locaweb obsoleta?

março 13th, 2008

Desde que eu comecei a trabalhar com internet, e isso já faz um tanto tempo que eu nem me lembro mais, tenho aconselhado meus clientes a hospedar os sites no provedor Locaweb. Apesar de seus altos preços, o webmail personalizado, o atendimento técnico rápido e a estabilidade de suas conexões tiravam os outros concorrentes do páreo.

Na verdade o Locaweb sempre me deu dor de cabeça: para garantir o funcionamento perfeito de seus servidores compartilhados, o provedor nos impõe tantos não-podes que fica realmente difícil gerenciar um site. Vários clientes meus foram obrigados a subir de plano até chegar ao servidor dedicado, e mesmo assim as encrencas continuam.

O site da SBD está chegando com facilidade a uma média de 10 mil visitas por dia. O servidor dedicado do Locaweb que foi contratado ano passado já não está dando conta e o site volta e meia sai do ar. Em vez de aumentar gradualmente a capacidade do servidor, ou mesmo fazer um upgrade de hardware, o provedor simplesmente nos oferece um plano mais caro.

Agora chegou outro exemplo, vindo de um antigo cliente meu, o jornal Opinião e Notícia, que teve que mudar às pressas de provedor. Vejam o que eles reportaram :

Na quinta-feira passada, 6/3, nosso site saiu do ar repentinamente. Quando telefonamos para Locaweb, eles nos disseram que nos tiraram do ar propositalmente porque estávamos com excesso de tráfego e isso estava atrapalhando o computador deles. Não ocorreu a eles nos avisar… Em seguida fomos chantageados a passar a pagar um plano de serviços mais caro, embora o tráfego estivesse dentro dos limites do nosso plano vigente.

Após cerca de seis horas de idas e vindas tivemos de ceder a concordar em pagar mais. A “Loucaweb” colocou o site no ar novamente, e assim ficou de sexta a domingo. Na segunda 10/3 o site ficou algumas horas no ar e novamente foi tirado. Uma outra pessoa da “Loucaweb” quis nos obrigar a novamente mudar de plano, para um muito mais caro. Como não concordamos fomos mais uma vez, arbitrariamente, tirados do ar assim ficando durante terça e quarta, tempo que levamos para achar um provedor confiável e migrar de um para outro.

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Revistas científicas no site da SBD

março 11th, 2008

Revistas científicas no site da SBDA Sociedade Brasileira de Diabetes, pela primeira vez, disponibiliza em seu website conteúdo exclusivo para associados. São várias publicações científicas publicadas pela Editora Ovid, através do Portal da Pesquisa, e que agora estão acessíveis aos sócios. Esta página está interligada ao sistema de cadastro online recentemente produzido para a SBD.

Para obter acesso, o sócio da SBD deve estar com a anuidade de 2007 quitada. Além disso, deve fazer uso de um login e uma senha, que serão distribuídos por e-mail ou, caso o associado não tenha endereço eletrônico cadastrado, pelo bom e velho correio.

Para facilitar a memorização de logins e senhas, decidimos usar o e-mail do associado como login, e a senha será o que estiver antes do @. Por exemplo, se o login for ‘fulano@provedor.com.br’, a senha será ‘fulano’. O associado, depois que fizer o primeiro login, poderá alterar esses dados para outros de sua preferência.

Se o associado esquecer a senha, mas souber qual é o email de login, basta clicar no link “Perdi a senha” e uma mensagem com a senha esquecida será enviada para o e-mail cadastrado.

Caso o associado não saiba ou não tenha e-mail cadastrado, terá que entrar em contato com a secretaria da SBD, por telefone ou usando o formulário disponível no link “Não sabe qual é o seu Login?

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Sistema de Cadastro Online da SBD

março 11th, 2008

Sistema de cadastro da SBDEstá em funcionamento, enfim, o cadastro online da SBD. Feito em Python/Django (mais uma vez em tempo recorde em parceria com Andrews Medina), trará um grande alívio para a secretaria da Sociedade, que gasta muito do seu tempo  brigando com um sistema antiquado, feito em Access e imprimindo boletos numa impressora matricial barulhenta.

Trará  benefícios também para os associados, que terão facilidade de alterar seus dados cadastrais e não vão mais ter que recorrer a secretaria para mudar o telefone celular ou o CEP do consultório.

A SBD decidiu disponibilizar, apenas para seus associados com anuidades quitadas, a assinatura de várias revistas online científicas. Só a assinatura de uma delas custa o valor da anuidade. Será a primeira (e, provavelmente nesta encarnação do site, a única) página do site da SBD que irá requerer um login e uma senha, para a identificaçao do usuário e para liberar o acesso às revistas apenas aos sócios quites.

Muito em breve começaremos a pensar numa nova versão para o website www.diabetes.org.br .

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SBEM – reformulação aprovada

março 4th, 2008

Em uma sala de frente para a praia de copacabana, em uma animada reunião da Comissão de Comunicação Social da SBEM, foi aprovada minha proposta de reformular o site da SBEM por completo, começando pela mudança para a plataforma python/django, passando por uma revisão na arquitetura de informação, fazendo também mudanças drásticas no layout das páginas.

A minha apresentação foi feita no Google Docs. Boa parte dela foi produzida no saguão de embarque do aeroporto de Brasília, com uma lixeira servindo de base para o notebook. Quem quiser ver e entender melhor o projeto, pode acessar a apresentação aqui.

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Flash no WordPress?

setembro 17th, 2007

Meu blogfolio, além de servir para o nobre e agradável propósito de abrir um canal onde eu possa falar bem de mim mesmo, também prestigia projetos e soluções “OpenSource” que facilitam muito a vida de nós, webdesigners.

Palmas para Mr. Mike “Macdigger” Kornienko e seu plugin de inserir conteúdo em flash – supre uma das deficiências do WordPress para lidar com banners, infográficos, slideshows e outras traquitandas produzidas em flash. O banner que está rodando no canto direito deste post é um exemplo. Testei várias outras soluções – poucas funcionaram e nenhuma com a simplicidade do Easy Inline SWF 1.0 plugin for WordPress .

Outro exemplo, ao lado, mostra um banner do Fim de Jogo. 

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SBEM – Relatório mensal 06/2007

junho 23rd, 2007

Vou usar meu blogfolio para relatar as atividades e serviços prestados aos meus clientes, mês a mês. Começemos pela SBEM.

Iniciamos os trabalhos da SBEM precisamente no dia 1/6/2007. Com as ajudas do antigo webmaster (Andre Castilho, da FDW), da editora de conteúdo e sua equipe (Cristina Dissat e Informed) , e da diretoria e secretaria da SBEM (Drs. Ruy Lira, Gustavo Caldas, Ricardo Meirelles, e Paola, Julia e cia.) passei os 15 primeiros dias estudando o funcionamento do site atual, seu sistema, e, principalmente, o modus operandi da SBEM: quem faz o que, como e quando.

O primeiro trabalho propriamente dito foi a publicação de uma página com links para revistas online distribuídas pela Editora OVID. Vamos preparar o sistema para que apenas os associados quites com 2007 tenham acesso aos links.

Fizemos também duas contratações importantes: o upgrade para o plano profissional III do Locaweb e o Icontact como serviço de email marketing. O primeiro boletim já foi disparado.

A estrutura de Regionais e Departamentos da SBEM gera uma certa confusão de caixas postais. Muitas delas estavam hospedadas em outro servidor e tiveram que ser transferidas para o Locaweb, o que gerou e ainda vai gerar muita confusão com senhas e configurações de programas de email. Ainda temos muito o que entender e trabalhar na parte organizacional. Muitas tarefas, como por exemplo a atualização de cadastro de associados, ainda passam por muitas mãos antes de serem de fato executadas. Iremos, aos poucos, aprimorando o sistema e otimizando os procedimentos internos.

Houve um incidente – um “flood” de 30 mil mensagens partiu da conta info@endocrino.org.br e travou todo o sistema de e-mails. O provedor é rigoroso comesse tipo de ataque e informa que o site sairá do ar caso o problema se repita. Fomos obrigados a trocar todas as senhas e adotar algumas práticas extras de segurança.

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  • Eduardo Frick

    Atualmente em versão 4.6, Eduardo é Webmaster, webdesigner, web-consultor, web-coordenador de projetos. Tem longa experiência em produção gráfica e é fluente em diversas mídias.

    É carioca da gema, mas mora em Mogi das Cruzes, São Paulo. De seu escritório/estúdio, projeta e cria websites, coordena equipes de desenvolvimento e de conteúdo, recruta e supervisiona o trabalho de analistas, programadores, fotógrafos, ilustradores, animadores, redatores e demais especialistas que garantem serviços de qualidade aos seus clientes espalhados por todo o Brasil.

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