Tópico: ‘publicidade’

Fotos Panorâmicas, ou melhor, Gigapans!

janeiro 18th, 2010

Logo que o Obama (o Barack, não o Bin Laden)  foi eleito, uma nova tecnologia que permite a montagem de inúmeras fotografias em uma só imagem panorâmica, aliada a uma nova rede social – www.gigapan.org – começou a fazer muito sucesso. A foto panorâmica do discurso da posse do presidente já foi vista por 11 milhões de internautas. Leia Mais »

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Twittar é preciso?

junho 25th, 2009

É. Necessário e agradável. Ouvi falar do twitter quando houve o terremoto na China, antes das olimpíadas. Disseram que a informação no twitter chegou horas antes do terremoto ser noticiado nos sites e jornais da TV. Achei interessante mas não o suficiente para me engajar. Fiz meu cadastro por obrigação da profissão, dias depois, para aprender a ferramenta, e hoje sigo várias pessoas interessantes e diariamente recebo novos leitores. Gasto feliz da vida alguns minutos por hora visitando e atualizando. Gente que eu nunca vi me segue. Leia Mais »

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A web 2.0 morreu? Mas ela nem nasceu direito!

março 4th, 2009

Trecho do artigo do blog “revolução etc.” – (ignorando sumariamente o que ele escreve sobre autorização do autor para copiar trechos dele)

Só hoje eu li este texto do TechCrunch chamado “The death of ‘Web 2.0′”, publicado no dia 14 de fevereiro, quase duas semanas antes deste post. Apesar de seu foco ser sobre a queda do termo web 2.0, eu vou mais longe e o levo para o lado de “nunca significou nada”.

Nós profissionais de web sabemos que esse negócio de web 2.0 é lorota. O público gosta de lorota, senão não assistiriam comerciais de TV com atrizes vendendo remédios para gripe. É inerente à raça humana querer rotular, classificar, taxar, nomear. E nomearam essa fase atual da Internet de Web2.0. Vamos ficar aqui queimando neurônios nessa retórica existencialista? Eu sugiro que não. Mais fácil adotar a seguinte tática:

Você olha para o seu futuro cliente e percebe, através de uma técnica de observação corporal, se ele é bobo ou não. Se ele for bobo e acreditar no conceito mais quixotesco da Web20, você usará esse termo em todos os parágrafos do seu discurso. Se ele não acreditar, você pode terminar a sua proposta dizendo que o site conterá todas as soluções contemporâneas que o vulgo costuma chamar de “web2.0″. Pronto. Aplausos.

Web 2.0, basta uma rápida pesquisa na Wikipedia, foi um termo cunhado por uma empresa. Um slogan, mais do que isso, um “vírus léxico” um “buzzword” que pegou nas bocas dos “entendidos” e foi repassada para uma infinidade de papagaios de olhos esbugalhados. Não é um termo técnico, e sim uma muito bem sucedida jogada de marketing. Teóricos da Internet como Tim Berners-Lee costumam desconversar quando perguntados a respeito do tema. Deve causar-lhes um enfado mortal repetir que o termo é artificial e o que hoje em dia se consideram técnicas de web2.0 são simples reaplicações de soluções há muito utilizadas, antes mesmo da internet existir.

“Conteúdo colaborativo” por exemplo, nome lindo para o conceito que faz crescer as “redes sociais” (outro nome novo);  já existia desde o tempo que o locutor de rádio pedia que as donas de casa ligassem pra lá para pedir a música preferida. As BBS – boulettin board system, apesar do nome impessoal, era o nome genérico para um monte de gente que se reunia para trocar informações (na imensa maioria, fotos de mulheres peladas) e emails, isso no tempo que a internet ainda não tinha recebido a sua interface gráfica e o www ainda era vvv.

Então, claros clientes, vamos simplificar:  Web2.o é que nem bruxa: Não existe na teoria, mas existe na prática.  Tudo depende do enfoque. usar o termo como exemplo para práticas colaborativas, multimídia, de boa índole, em prol da construção de uma internet plena, tudo bem.   Usar o termo para vender um site cheio de tecnologia ponta, soa ridículo.

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Para o alto e avante!

março 3rd, 2009

Oi Dr.

Em Tue, 03 Mar 2009 09:17:41 -0300, Walter Minicucci <walter.minicucci@gmail.com> escreveu:
> Frick
> A visitaçao vem aumentando, mas o tempo medio de viistação caiu e o
> bounce rate aumentou. O quer dizer aumento de bounce rate, que os carinhas desistem antes de carregar a pagina?

A visitação aumenta na medida em que as técnicas de SEO (tags, matérias bem escritas, RSS, etc) aplicadas em seu site funcionam. Seu site é um belo “case” de sucesso de marketing de busca. Abriremos um champagne quando o site alcançar seu primeiro ponto no Pagerank.
Mas esse público em crescimento é, digamos assim, um público bruto, que chega no seu site através de uma busca qualquer no google. Veja uma lista das “queries” mais utilizadas:
8    4.94%    dieta para diabeticos
6    3.70%    receitas de saladas para almoço de diabéticos
4    2.47%    walter minicucci
4    2.47%    dieta para diabetes
4    2.47%    bombas,insulina,walter,minicucci
3    1.85%    GRUPOS DE ALIMENTOS
3    1.85%    refeições para diabeticos
3    1.85%    dieta hipoglicemia
3    1.85%    adoçantes em diabetes
3    1.85%    gasto calorico1.85%    tabela para medir diabetes
2    1.23%    relogio que mede glicose
2    1.23%    glicose media estimada

Repare que o público está se especializando em fazer consultas ao google e as buscas estão cada vez mais refinadas. Buscas refinadas resultam em pesquisas rápidas, porque o internauta sabe o que quer, chega rapidamente na página cuja informação ele precisa e sai rápido também pq o tempo voa e ele precisa terminar a pesquisa antes da aula.
O Bounce rate, ou a taxa de pessoas que visitam uma única página, aumenta proporcionalmente ao crescimento do seu público vindo de sistemas de busca.
Como fazer para diminuir o bouce rate? “qualificando” melhor o seu público – investindo em marketing direcionado a um público alvo específico. Email marketing para pacientes diabéticos, laboratórios, universidades, amigos, clientes… Marketing social em comunidades virtuais como Orkut e Facebook, anuncios em revistas e outros sites especializados, etc.

> Fiz uma analise atraves de um desse analizadores de  site
> que deu nota 7,2 para o site e deram 8,6 para o site da SBD e entre
> outras coisas disseram que tinha muita foto e isto demorava mais para o site
> carregar. Entao decidi tirar as fotos dos que escreveram colunas a mais
> tempo e diminuir algumas fotos talvez as de receitas o que vc acha?

Sua home page tem muita foto sim. Ela carece do mesmo mal da HP da SBD – está comprida demais porque os editores não retiram chamadas antigas enquanto acrescentam novas em cima. Repare que a informação nas barras laterais (menu do lado esquerdo e enquete à esquerda) terminam e o miolo continua metros abaixo. Sugiro uma urgente e radical limpeza, apagando anuncios e desligando o status de “destaque” para as matérias mais antigas.

> Alem disso vc nao me disse o que acha de um quadrado para irem entrando
> os artigos já postados, a mais tempo ou um rotulo de NOVO em recem postados

Se você seguir a minha sugestão acima, a home page fará exatamente o que você quer: as matérias mais recentes ficam na área de destaques enquanto que os artigos postados há mais tempo vão para a coluna de “noticias” e “favoritas” da coluna direita.

Este email está tão interessante que vai virar um post do MEU site. 😛

[] Frick

walter-minicucci-clinica-de-endocrinologia-e-diabetes

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Rosana Lanzelotte no Youtube

julho 10th, 2008

No início o Youtube disponibilizava páginas aos seus usuários, do tipo http://www.youtube.com/edufrick. Hoje temos ferramentas de marketing bem mais interessantes: Canais.

Segundo o help do youtbe, os canais permitem que você crie uma sala no YouTube para interagir com outros usuários enquanto compartilha vídeos. Os participantes de uma sala podem conversar em tempo real durante a execução dos vídeos e adicionar vídeos a partir dos seus Favoritos, da sua Lista rápida ou colando links. Os canais possuem a área do vídeo (à esquerda) e a área de bate-papo (à direita ).

Estamos agora publicando todos os video clipes do DVD da Rosana, comdescrições detalhadas e palavras-chave apropriadas

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  • Eduardo Frick

    Atualmente em versão 4.6, Eduardo é Webmaster, webdesigner, web-consultor, web-coordenador de projetos. Tem longa experiência em produção gráfica e é fluente em diversas mídias.

    É carioca da gema, mas mora em Mogi das Cruzes, São Paulo. De seu escritório/estúdio, projeta e cria websites, coordena equipes de desenvolvimento e de conteúdo, recruta e supervisiona o trabalho de analistas, programadores, fotógrafos, ilustradores, animadores, redatores e demais especialistas que garantem serviços de qualidade aos seus clientes espalhados por todo o Brasil.

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