Tópico: ‘Clientes’

Rosana Lanzelotte 2013

janeiro 22nd, 2013

reportagem do jornal do commercio

Rosana é uma das minhas primeiras clientes, ainda do tempo em que eu criava páginas com enormes tabelas em HTML com fatias de imagens feitas no Photoshop ou no Fireworks. A primeira versão do seu website é tão antiga que tive que usar o WaybackMachine para resgatá-la, no fundo do baú do mês de agosto de 2000.

Além de ser uma das minhas primeiras clientes, Rosana Lanzelotte é uma das mais aplaudidas artistas brasileiras. Sua discografia inclui obras raras de Bach e Haydn, sonatas do português Avondano e peças brasileiras para cravo. Resgatou em livro e em CD as obras de Sigismund  Neukomm, que inauguram o repertório de música de câmara no Brasil.

Rosana está sempre pesquisando e inventando projetos novos. De 2000 para cá estive envolvido em alguns deles: o “Música nas Igrejas” durou mais de 10 anos e encantou milhares de pessoas que tiveram a chance de escutar música clássica em diversas igrejas do Rio de Janeiro. Mais recentemente ela lançou o portal Musica Brasilis, que objetiva resgatar e popularizar o acervo musical de autores brasileiros tais como Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga.

Apesar, ou talvez, por causa, de seus inúmeros afazeres, projetos, ensaios, apresentações, gravações etc, o site da cravista se manteve praticamente parado de 2005, quando recebeu uma reforma no layout, até dezembro de 2012, quando, enfim, iniciamos o processo de revitalização do site. Optamos pela plataforma do wordpress e escolhemos um tema “premium” específico para a produção de portfólios.

Espero que gostem do novo http://lanzelotte.com

 

 

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SBEM – Novos projetos

julho 24th, 2012

visão em 3D do código da home page da SBEM, mostrando a estrutura criada em 2008

Trabalho em parceria com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) desde 2007. Naquele ano, contamos 219 mil visitas ao website endocrino.org.br. Atualmente, o website conta com 220 mil visitas a cada 4 meses. Isso equivale a dizer que a visitação triplicou.

O site antigo perdurou até 2008, quando, de uma só vez, publicamos novos layout, sistema administrador e uma completa revisão de conteúdo. Aposentamos o velho sistema administrativo em PHP e adotamos o Python e seu framework Django como nova plataforma.

A parceria deu certo e rendeu frutos. As regionais de São Paulo e do Distrito Federal e os Departamentos de Endocrinologia Feminina e Andrologia, de Endocrinologia Pediátrica e o de Tireoide também contrataram meus serviços para refazer seus websites, assim como a revista dos Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabologia – ABEM.

O sistema administrativo destes websites têm sido aprimorado de modo a oferecer novos e melhores recursos para todos os seus clientes: a equipe de editores de conteúdo, jornalistas, secretárias nacionais e regionais que utilizam o site como ferramenta de trabalho; e os Associados e o público em geral como público final.

Entre as melhorias ocorridas, podemos citar a implementação de um administrador de inscrições em eventos, um gerador de formulários para publicação de qualquer tipo de cadastro que a SBEM solicite, galerias de vídeos e, principalmente mas não finalmente, a integração das anuidades dos associados ao Pagseguro, da UOL.

Todas essas ações transformaram o website endocrino.org.br em uma melhor ferramenta e fonte de consulta. A Área Científica, atualmente de acesso restrito aos associados adimplentes, é uma das páginas mais visitadas.

Recentemente, migramos todos os websites da SBEM para um servidor do provedor Linode.com. Optamos por sair do VPS do Dreamhost quando os problemas esquisitos e sem solução começaram a se acumular. O Linode tem se mostrado extremamente estável e o Django funciona perfeitamente. Todos os “erros 500” que povoam as chamadas técnicas do Dreamhost, sumiram, ficaram por lá.

Continuo usando o Dreamhost para gerenciar os vários domínios com “redirects”, para hospedar os blogs (feitos em wordpress) relacionados aos websites principais e para manter armazenados os videos e outros materiais pesados que exigem muito espaço – item caro no Linode e que é ilimitado no Dreamhost.

A código HTML criado em 2008 atualmente está defasado e merece uma boa reforma. Nesse meio tempo, novas versões dos navegadores foram lançadas; a conexão de banda larga ficou cada vez mais barata e acessível e novos aparelhos e melhorias na telefonia celular estão transformando o cidadão comum em um internauta, com recursos e facilidades que em 2008 ainda não eram sequer cogitadas. Hoje em dia, fazemos a programação visual da página usando “CSS grids” que simplificam bastante a manutenção do código e deixam a página leve.

Está em projeto, também, a criação de uma API para permitir que websites previamente cadastrados consultem informações pré-determinadas do cadastro de associados da SBEM. Temos vários exemplos de sites que poderiam se beneficiar – websites das Regionais, de congressos e outros eventos que ofereçam desconto para associados.

 

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Eu não quero um site, mas estou sendo obrigado a ter um. Você faz para mim?

abril 20th, 2012

Vamos explicar melhor: a pergunta “eu quero um site, você faz para mim?” é tão comum na minha rotina que eu resolvi escrever a respeito. E o assunto rendeu tanto que já escrevi 6 artigos com variações sobre o mesmo tema.

Mas, depois de alguns anos estudando e analisando o comportamento desta suposta pessoa leiga e por vezes ingênua que eu inventei em meus artigos para representar o pensamento médio das pessoas de verdade que vêm me consultar a respeito de websites, Cheguei a uma conclusão terrível, paradoxal, mas que explica muita coisa antes inexplicável dentro da relação webmaster – cliente: Este, no fundo do seu subconsciente, na verdade NÃO QUER ter um site. Ele na verdade PRECISA ter um website porque toda a sociedade o pressiona, o sistema capitalista exige, o concorrente da esquina já tem um e outro dia inaugurou uma página no Facebook também.

Os mais letrados na Web-cultura irão fazer a comparação com a velha máxima do guru Jakob Nielsen: “Como os Usuários Lêem na Web? … Não lêem .” . Poderíamos dizer, neste mesmo modelo: “Como os clientes querem um site na web? … Não querendo.”

É fato: o Cliente não quer um site. Ele, no máximo, precisa de um. E se decidir por fazer um, vai encarar os custos como mais uma conta a pagar no fim do mês e não como investimento. E ele ainda terá que se virar para atualizar o conteúdo para que o site não inverta sua função e passe a contestar a imagem da sua marca ou da sua empresa. O que mais se vê por aí são empresas bem estabelecidas com sites antiquados, desatualizados ou com “páginas em manutenção” que mais difamam do que divulgam.

O Cliente que não quer um site frequentemente já teve péssimas experiências com amadores e/ou picaretas que os convenceram de que ‘fazer um site é fácil, a gente monta um rapidinho’ . São vários os relatos de gente que pagou adiantado para fazer um site que não saiu do protótipo; gente que usou todo o capital reservado na produção do site e não há dinheiro para contratar alguém para atualizar a home page de tempos em tempos; e outras histórias tristes em que a moral é sempre a mesma: conheça o profissional que você está contratando. Procure uma segunda opinião. Compare não só preços. Cuidado, muito cuidado com as soluções baratas e fáceis ao mesmo tempo.

O Cliente que não quer um site tende a ignorar o parágrafo 43 do contrato de serviços – “o cliente é o responsável pela coleta e organização das informações, bem como pela posterior rotina de atualização do conteúdo”. – Ilustrações, fotos, videos e qualquer coisa que não seja texto não serão cogitados: o cliente que não quer um site tem um bloqueio psicológico que o faz esquecer que um site precisa de fotos, vídeos, ilustrações e infográficos e etc e que tudo isso precisa ser planejado e orçado. Muitos citam o filho do vizinho que prometeu fazer o site com videos, slideshows, flash e tudo mais por 400 reais. Alguns perguntam se a gente não faria tudo de graça para depois receber quando entrar um patrocinador. A maioria fala “Tá, coloca umas imagens free aí. depois eu penso nisso”.

O cliente que não quer um site, como ele já deixou claro, não quer um site, e obviamente também não quer nem saber de redes sociais. Se o site já dá esse trabalho todo, imagina ter que gastar ainda mais horas ‘compartilhando’ no twitter e no facebook. Não é (só) aquela velha questão da real importância das redes sociais, que os gráficos das revistas sempre mostram em crescimento exponencial, uma onda avassaladora mas que nunca chega naqueles seus amigos que só usam o computador para baixar emails. É a estranha sensação de que o trabalho nas redes sociais não é “sério”, não é “business”. É mais uma brincadeira que se retroalimenta de seguidores e que, como tudo na internet, é uma faca de dois gumes bem afiados.

Os clientes que não querem um site raramente se interessam em medir o retorno do investimento. Como expliquei acima, eles contabilizaram o custo do site na coluna de despesas. Métricas serão sempre um assunto desinteressante, bom para gastar tempo nas reuniões com gráficos bonitos, mas ali, mais uma vez, está a retórica da internet falando a respeito dela mesma. Não interessa muito, ao cliente que não quer um site, saber que o site teve um incremento de visitantes na área XYZ porque nenhum desses gráficos mostra, na verdade, quantos desses visitantes vieram de fato a consumir/contratar o seu produto/serviço e, no final das contas, gerar grana no bolso dele.

Mesmo assim, eles precisam de um site, e eu farei este site para eles, e farei também o possível para mostrar que produzir e atualizar um site pode ser um excelente exercício diário para o cliente pensar e repensar o seu negócio e que poderá agregar bastante valor ao seu produto/serviço. Ter um site exige, de certa forma, um planejamento estratégico de marketing. Exige acompanhamento regular dos resultados da visitação para a tomada de decisões. Além de servir de ferramenta de divulgação do seu produto/serviço, o site também trará muita consciência ao empreendedor que investiu em sua produção.

 

 

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CEBDS – Sustentabilidade na Web

março 21st, 2012
hp antiga

a antiga Home Page

O site do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), precisava de uma boa reforma. Os problemas eram vários, a começar pela home page. A imagem ao lado foi capturada dias antes da inauguração do novo layout. Reparem como ela é comprida e assimétrica. A coluna da direita era tomada de anúncios e é um dos bons exemplos de banner blindness que eu conheço.

DCPress foi contratada para analisar e diagnosticar o website antigo, rever as rotinas de trabalho da equipe do departamento de comunicação do CEBDS, e projetar e desenvolver um website www.cebds.org.br novo em folha.

O conteúdo do website antigo foi revisto página a página e sua arquitetura foi reorganizada. O novo layout da home page deverá oferecer um visual contemporâneo sem deixar de focar na boa apresentação das notícias, do material institucional e das publicações do CEBDS.

O código HTML era um emaranhado de tabelas e tags antiquados, característico daquela época em que os conceitos de usabilidade ainda engatinhavam e o CSS Zen Garden ainda era novidade. O sistema administrativo cuidava apenas da publicação das notícias no topo da home page, todo o restante tinha que ser atualizado diretamente no código por um programador. A plataforma ASP.NET em um servidor dedicado cujo contrato serviço de manutenção expirou e um provedor sem suporte técnico completavam o quadro apocalíptico característico daqueles projetos em que é melhor recomeçar do zero do que tentar consertar o que há de errado.

Cristina @fimdejogo Dissat, antiga parceira em inúmeros outros trabalhos bem sucedidos, me chamou para coordenar toda a parte técnica do trabalho e manter consultoria constante para os editores de conteúdo. Foi uma honra e um desafio, ao mesmo tempo. Para começar a produzir um website eu sempre gosto de entender um pouco do assunto. Sustentabilidade não é exatamente um conceito novo para mim, mas o termo desenvolvimento sustentável, dentro do contexto em que as grandes empresas trabalham, é um universo ainda a ser explorado.

rascunhos da home page

rascunhos da home page

Criamos um novo domínio “cebds.dcpress.com.br” para hospedar o novo site enquanto o original continuaria online. O perfil do cliente e as especificações do projeto sugerem a utilização de uma plataforma de programação bastante robusta e ágil, pronta para atender a uma demanda constante de novos serviços e melhorias. A dupla Python/Django se encaixa perfeitamente bem nessa função. O CMS que Andrews Medina e eu desenvolvemos já foi testado em várias aplicações diferentes e se mostrou bastante versátil. O VPS  do Dreamhost, apesar deste provedor  nunca ter sido referência na hospedagem de sites Python/Django, até então estava prestando um serviço satisfatório, quando não excelente.

Instalamos o software básico e uma versão genérica do CMS para que a DCPress pudesse tratar da revisão, rearrumação e transferência do conteúdo do site antigo. Enquanto a equipe de conteúdo trabalhava, eu e minha trupe faríamos um novo projeto gráfico e a programação das templates utilizando o que há de mais novo em HTML, CSS e javascript para tornar as páginas rápidas, atraentes e, acima de tudo, perfeitamente legíveis em qualquer tipo de navegador.

O acúmulo de trabalho em diversos projetos simultâneos e a estranha sensação de estar cansado do meu próprio estilo me levaram a chamar três novos integrantes para a equipe. Decidi não mais fazer sozinho o projeto gráfico, o layout e a programação das templates. O layout, grafismos, estudos de cores e tipologias ficariam a cargo do meu amigo e multi-artista Fabio Darci. Entre outros inúmeros talentos, o carioca Fabio domina como poucos a arte de projetar páginas bonitas e funcionais.

A HP atual

Novas tecnologias estão aparecendo a todo momento para acelerar e incrementar a qualidade do Web Design: CSS frameworksGrids, novas aplicações para o Ajax e também novas e criativas maneiras de utilizar os tags do framework Django que simplificam a comunicação com o banco de dados. Para me ajudar a manter meus sites por dentro das mais recentes inovações, incorporei mais uma fera ao time de desenvolvedores: a matogrossense Mayza de Oliveira passou a cuidar dessa parte espinhosa – de transformar os delírios inventados no Photoshop em um código dentro dos rígidos padrões impostos.

Andrews me apresentou mais um desenvolvedor experiente em Django, o capixaba de criação Francisco Souza, que entrou para a equipe para ajudar na instalação do servidor no Linode e para trabalhar em paralelo com o Andrews na produção e customização dos aplicativos do CMS.

Uma equipe como essa exige a utilização de uma ferramenta de trabalho em grupo, um sistema de controle de versões para evitar a todo custo as temíveis “cabeçadas”, em que dois ou mais integrantes fazem a mesma coisa e um sobrescreve o trabalho do outro, ou o ainda mais terrível “deixa que eu deixo” onde todos pensam que alguém vai resolver o problema e ninguém resolve. Optamos por usar o Bitbucket – um serviço de hospedagem de projetos controlados através do Mercurial,  gratuito para pequenas equipes. Apesar do desconforto inicial de ter que aprender e adotar todo um procedimento (Pull -> Update -> Edit -> Save -> Commit -> Push -> Deploy) e de abandonar o bom e velho FTP para atualizar os arquivos diretamente no servidor do site, a solução do Bitbucket tem se mostrado realmente eficiente.

Nesse meio tempo, tivemos que trocar todos os nossos sites feitos em Python para outro provedor, por conta de vários problemas técnicos que começaram a pipocar e não foram solucionados pelo suporte do Dreamhost. Seguindo a recomendação de gente que entende do assunto, contratei um novo VPS no provedor Linode.com. Como num passe de mágica, todos os bugs esquisitos que geravam erros no servidor sumiram e o CMS voltou a funcionar perfeitamente. Além disso, o acesso aos sites ficou bem mais rápido.

Enfim, o novo site foi lançado na véspera do Carnaval 2012 e a resposta do público foi muito boa. Ainda é cedo para tirarmos conclusões a partir das métricas, mas, nessas primeiras semanas, simplesmente duplicamos a visitação média do site.

 

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Feliz Aniversário, Fim de Jogo!

fevereiro 7th, 2012

O Blog Fim de Jogo está fazendo 8 anos. Numa conta rápida, são 8 x 52 semanas = 416  fins de semana + 416 noites de quartas-feiras em que a editora, Cristina Dissat, deixa de ter o seu merecido descanso do trabalho rotineiro de jornalista científica para ir bater perna em volta e dentro dos estádios do Maracanã e Engenhão. Em outra conta rápida, percebemos que todo este trabalho não foi em vão: desde 2007 – ano em que, se não me engano, o blog deixou de ser um “.blogspot.com” e passou a ter domínio próprio e ser gerido através do WordPress – a visitação passou de 87 mil para 290 mil em 2011.  Triplicou e mais um pouco. Nada mal para um projeto que é puro suor da dona.

De lá para cá muita coisa aconteceu. A equipe cresceu e Cristina não vai mais sozinha fazer a cobertura dos jogos. Vai acompanhada de uma penca de aparelhos eletrônicos – câmeras de vídeo, smartphones, notebooks, modem, antena, transformadores e fios. O maridão Celso Pupo está sempre no gramado fazendo fotos. O mestre fotógrafo Ide Gomes também presta ajuda constante. Em eventos maiores, a equipe conta com uma trupe de colaboradores.

Cristina tem histórias e causos suficientes para encher uma noite inteira de conversa, e na verdade é o que ela mais gosta de fazer: contar as histórias dos jogos, sempre do ponto de vista do torcedor. Mesmo que para isso tenha que andar e/ou filmar e/ou gravar e/ou digitar ao mesmo tempo, e rápido, entrar em aglomerações de torcedores eufóricos e tentar sair ilesa das eventuais encrencas: tumultos, pancadarias, balas de borracha, correria, spray de pimenta, confusões com cambistas, trânsito caótico. Tudo faz parte. Quem frequenta estádios sabe que é assim mesmo, e que a grandiosidade do espetáculo, a emoção das torcidas e a felicidade de ver o seu time ganhar ao vivo supera qualquer dificuldade.

Cris não deixou passar a oportunidade de alavancar a projeção do FDJ através das redes sociais. Primeiro no twitter. @fimdejogo tem, atualmente, 7617 seguidores e, tagarela que é, quase 47 mil tweets. Considerando que ela cobriu 416 x 2 = 832 jogos, mais ou menos, então seriam 56 tweets por jogo. No Facebook, além da página do Fim de Jogo, Cris coordena também o grupo Blogueiros do Futebol. Não satisfeita, criou e mantém atualizado um blog específico sobre o Maracanã, o Maracanã Online, que vai bombar quando o estádio estiver pronto para a próxima Copa do Mundo, trazendo informações, serviços e notícias que o burocrático site oficial da Suderj não oferece.

E não é só jogo. O FDJ se embrenhou nos bastidores: coletivas de imprensa, anúncios oficiais dos times e da CBF, obteve permissão para entrar nas obras do Maracanã, denunciou a falta de estrutura de internet móvel no Engenhão, fez a cobertura completa dos Jogos Mundiais Militares, ocorrido no Rio de Janeiro em 2011, conseguiu credenciamento para cobrir eventos importantes como o  Soccerex Global Convention 2011 e anda tão habituada nesses ambientes que vários dos mais eminentes cartolas do futebol a cumprimentam com simpáticos tapinhas nas costas.

Tá. Muito legal. E grana que é bom? Rola? Ou, em outras palavras… O site tá fazendo 8 anos e ainda não conseguiu um patrocinador?

O retorno que o blog dá não é, necessariamente, financeiro. O prestígio, notoriedade e a simpatia que Cristina e sua equipe (inclusive eu) ganham em trabalhar nesse projeto não é mensurável em cifrões. Parcerias e patrocinadores, obviamente, serão muito bem-vindos, respeitando-se os limites impostos pela isenção da qual o blog é conhecido. Nesses próximos anos, o esporte brasileiro vai ficar em destaque mundial, e nós do Fim de Jogo estaremos prontos.

Aniversário do Fim de Jogo: 8 anos por fimdejogo no Videolog.tv.

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Yamnuska.com – da água para o vinho

maio 28th, 2011
novo site do Yamnuska Mountain Adventures

novo site do Yamnuska Mountain Adventures

Conheci muita gente legal enquanto trabalhava na ‘Mergulhar Serviços Editoriais’ – empresa que fazia os fotolitos de várias editoras de renome. Trabalhei lá durante quase 10 anos, antes de decidir abrir a minha própria empresa, largar o mundo das artes gráficas e virar “webdesigner”.

Uma das minhas companheiras de trabalho na Mergulhar, a Helena Artmann (@helenaartmann), era especialmente simpática, não só por causa de seu sorriso cativante, mas por ser uma experiente alpinista, cheia de histórias interessantíssimas e projetos de viagens que me encantavam. Lembro que, na época, ela trabalhava duro para juntar dinheiro suficiente para subir as mais altas montanhas do mundo.

Eu vivia enfurnado dentro do estúdio – sala lotada de computadores, impressoras, scanners – ralando ao lado dos outros operadores que sabiam muito de computação gráfica mas que não compartilhavam dos mesmos gostos que eu tinha, e tenho ainda hoje – Trilhas, escaladas, acampamentos, vida ao ar livre em geral. Helena fazia contatos comerciais, captava clientes e raramente aparecia no estúdio. Mas, quando aparecia, eu parava tudo o que estava fazendo para conseguir alguns minutos de prosa com ela.

Eis que, sei-lá-quantos anos depois, Helena surge novamente, virtualmente falando, no Facebook. Morando no Canadá, numa cidadezinha no sopé das Rocky Mountains e… trabalhando como produtora de websites! Parcerias à vista!

Ela me chamou para ajudá-la na reconstrução do website da Yamnuska Montain Adventures – o nome já diz tudo: uma empresa de turismo especializada em alpinismo, trekking e acampamento nas montanhas rochosas canadenses.

O antigo site yamnuska.com tinha um excelente conteúdo, afinal eles são uma das melhores empresas do ramo, porém o site em si era muito ruim, em vários aspectos. Projeto gráfico pobre, leitura difícil, arquitetura caótica e, principalmente, um esquema de trabalho tão confuso que, mesmo depois de uma dúzia de e-mails e conversas pelo Gtalk, eu não consegui entender por completo. Minha primeira sugestão, imediatamente aprovada pela Helena, foi: Joga tudo fora, exceto o conteúdo. Faremos um novo site, com novo layout, usaremos uma plataforma de programação que permita ao site crescer de forma ordenada e que facilite o trabalho de atualização.

Helena optou pela utilização do Expression Engine, uma excelente plataforma de publicação pouco conhecida aqui no Brasil, mas que ela já tinha usado em outros projetos bem sucedidos.

Resolvemos também trocar de provedor de hospedagem, que era caro e não oferecia nem metade das funcionalidades, suporte e outras regalias oferecidas por um bom provedor. Escolhemos o Media Temple, o melhor provedor que eu conheço. Faríamos a migração do site antigo para o novo provedor, construiríamos o novo site em um domínio provisório e, quando estivesse tudo pronto, seria só trocar o velho pelo novo.

Fizemos a divisão das tarefas – eu faço a migração e Helena faz a troca dos DNS nos registros dos domínios. Tudo muito simples, em tese. Mas…  no dia em que havíamos combinado, houve um atraso, de minha parte, na migração do banco de dados e, quando a Helena fez a troca dos DNS, o site ainda não estava pronto para funcionar no novo provedor. Preocupada em não deixar o site do cliente fora do ar, Helena desfez a troca dos DNS, acreditando que o site voltaria a funcionar em questão de minutos. Não voltou. Para nosso desespero, esse troca-e-destroca fez a propagação dos DNS demorar muito mais do que esperávamos. Para piorar a situação, o site voltou no mundo inteiro MENOS no Canadá. Helena e o cliente só conseguiram ver o site restabelecido 2 dias depois.

Este incidente abalou demais a confiança do cliente em nosso trabalho. Tivemos, Helena principalmente, que suar sangue para recuperar a confiança dos Yamnuskas e apresentar o novo projeto livre de problemas e no prazo combinado.

Logo após de ter terminado a fase de layout, tive que parar todas as minhas atividades profissionais para mudar de cidade, de Caçapava para Mogi das Cruzes. Seria impossível, para mim, continuar trabalhando no site Yamnuska e resolver as mil complicações de escolher uma casa nova, tratar da mudança da família, desmontar e remontar meu home-office. Para minha felicidade, Helena teve competência suficiente para tocar o projeto sozinha, auxiliada por um programador que ela mesma contratou, e fez um excelente trabalho.

No início desta semana, soube, via Facebook, que o novo site yamnuska.com está pronto, funcionando a pleno vapor e, o melhor de tudo, o cliente está satisfeito. Mesmo sem ter participado de todo o projeto, vejo esse site com muito orgulho, e registro aqui os meus parabéns à Helena pela sua dedicação, empenho e perseverança.

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Web Designer x Filho do Vizinho. Quem faz o melhor site?

novembro 12th, 2010
Hello Kitty

Obrigado ao site http://xuxxu.blogspot.com. O que essa imagem está fazendo aqui? Continue lendo.

Essa questão é polêmica e não pretendo, aqui, chegar a uma resposta conclusiva à pergunta enunciada. Mas achei pertinente escrever alguns tópicos sobre o assunto que vão ilustrar bem o tormento que é saber escolher o prestador de serviços mais adequado para montar o seu site. Leia Mais »

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Dia Mundial do Diabetes 2010

outubro 7th, 2010

foto do Cristo por Celso Pupo

Comecei a trabalhar no Hotsite do Dia Mundial do Diabetes em 2006. A ideia era, e continua sendo, montar um website simples, acessível, com “severas restrições orçamentárias” e que funcionasse como um portfolio das atividades programadas para o dia 14 de novembro.

Nos primeiros anos, o conteúdo do site era todo estático e a equipe usava o Macromedia Contribute para atualizar as páginas. Todos os serviços  foram produzidos com ferramentas open-source e funcionaram muito bem. O engine de busca Sphider, por exemplo, ainda é melhor que qualquer outro sistema de busca que eu conheço.

Ano após ano fomos acrescentando tecnologia ao projeto:  uma animação em Flash na home page, scripts em PHP e em javascript permeando o código, integração com os vídeos do youtube, galerias do Flickr. Em novembro de 2008 o site recebeu 19.841 visitas, impulsionado pela bela campanha de iluminação azulada de prédios e monumentos espalhados pelo Brasil e mundo afora. Em novembro de 2009 o site recebeu 16.500 visitas. Fico devendo a explicação da queda de 16% numa época em que o crescimento da internet foi tão intenso no Brasil.

Em 2010 estamos usando a versão 2.0 de nosso CMS em Django, para a felicidade da equipe de conteúdo que já está tão habituada com as ferramentas que praticamente não foi necessário treinamento para que pudessem começar a trabalhar. Nesta versão, melhorias na classificação das postagens facilitam um bocado a organização do conteúdo.

Muitas das soluções que eu usei nos primórdios do projeto, eu uso até hoje, mesmo em sites Django.  O gerenciador Formtools continua sendo a alternativa para administrar formulários, mesmo os mais complicados; e o OpenX não deve nada aos melhores (e caríssimos) aplicativos de Adserver.  Desta forma estou poupando um tempo precioso da minha equipe de programação, que não perde tempo reinventando rodas.

Neste ano, contaremos com o twitter e demais redes sociais para promover a campanha do Dia Mundial do Diabetes e, por conseguinte, aumentar a visitação do site. Outros websites relacionados a diabetes e endocrinologia eventualmente farão matérias com links para o site do Dia Mundial do Diabetes, mas acredito que o apoio maior será o popular. Cada vez mais, as pessoas estão gostando de participar da vida online com seus depoimentos, comentários, vídeos e fotos capturadas por máquinas portáteis ou celulares, promovendo assuntos interessantes e compartilhando links através dos sites de relacionamento. O site do DMD está pronto para centralizar toda esta movimentação em torno do dia 14 de Novembro.

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Considerações sobre os Google Cloaking Hacks

outubro 6th, 2010

Diante da disseminação dos pharma hacks – denominação comum para o Google Cloaking Hack – e da mobilização para tentar exterminar a praga, aparecem questões interessantes que eu não tenho competência para responder: quem sai ganhando com a disseminação de um malware? A quem, exatamente, as pessoas que os disseminam querem atingir? Por que os mecanismos de busca não cortam o mal pela raiz, criando algoritmos que ignorem os spams? Quem está satisfeito de ver que milhares de páginas aparecendo deturpadas nos mecanismos de busca? Leia Mais »

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Música nas Igrejas bombando de novo!

agosto 13th, 2010

Rosana Lanzelotte, a incansável cravista, reativou seu projeto “Música nas Igrejas” com o Festival Primavera Barroca, levando música clássica de qualidade a várias igrejas, escolas e centros comunitários espalhados pelo Rio de Janeiro. Leia Mais »

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  • Eduardo Frick

    Atualmente em versão 4.6, Eduardo é Webmaster, webdesigner, web-consultor, web-coordenador de projetos. Tem longa experiência em produção gráfica e é fluente em diversas mídias.

    É carioca da gema, mas mora em Mogi das Cruzes, São Paulo. De seu escritório/estúdio, projeta e cria websites, coordena equipes de desenvolvimento e de conteúdo, recruta e supervisiona o trabalho de analistas, programadores, fotógrafos, ilustradores, animadores, redatores e demais especialistas que garantem serviços de qualidade aos seus clientes espalhados por todo o Brasil.

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